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iPhone 15 Pro: USB-C, titânio e novo botão brilham em celular esquentadinho

iPhone 15 Pro: USB-C, titânio e novo botão brilham em celular esquentadinho

da brdice

da evolution casino: Marcella Duarte*

De Tilt, em São Paulo (SP)

05/10/2023 04h11

A Apple acaba de lançar a linha iPhone 15, com quatro modelos diferentes: 15, 15 Plus, 15 Pro e 15 Pro Max. Após uma semana de testes do iPhone 15 Pro, na cor titânio natural, Tilt destaca o que ele tem de diferente — e se vale a pena o investimento.

A novidade que mais salta aos olhos é, claro, o acabamento em titânio. Mas também vale citar o novo padrão de conector USB-C, um botão de ação com diferentes recursos, o modo retrato automático e outras atualizações das câmeras para um uso mais profissional.

Sem dúvidas, é um dos melhores celulares do mercado. Porém, toda a linha possui um ponto baixo: o superaquecimento em algumas situações. Abaixo, você confere em detalhes os destaques — e algumas decepções — do iPhone 15 Pro.

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TILT4,7 /5

ENTENDA AS NOTAS DA REDAÇÃO

Cores vivas e reais, tecnologia Super Retina e taxa de atualização de 120 Hz

Não teve upgrades e revela muitas imperfeições da pele

Inovações pequenas, mas continua sendo um dos melhores conjuntos de câmeras do mercado

Ganhou recursos interessantes para quem usa o celular profissionalmente para fazer filmes

Novo chip A17 Pro é o que tem de mais avançado em processadores

Moldura de titânio deixou o celular ainda mais leve e confortável de usar

Como de costume nos iPhones, bateria dura menos de um dia

Segue o mesmo padrão dos últimos anos, mas está mais refinado

Apesar do ótimo desempenho e funções, o celular é muito caro para a maioria das pessoas

Pontos Positivos

  • Leve e ergonômico
  • Modo retrato automático
  • Gravação de vídeo de altíssima qualidade
  • Processador incomparável
  • Conector USB-C democratiza e dá mais possibilidades

Pontos Negativos

  • Não tem o 5X de zoom, só presente no Pro Max
  • Não vem com cabo USB-C 3.0 incluso
  • Esquenta muito
  • Preço bem salgado

Veredito

É um smartphone incrível. Só não é o melhor do mercado pois o iPhone 15 Pro Max tem recursos a mais. A extrema qualidade de cada componentes é inegável, assim como a preocupação da Apple com a usabilidade do aparelho. Você pode fazer, e muito bem, qualquer coisa com um iPhone 15 Pro: jogar os games mais pesados, editar vídeos, gravar um filme, tirar fotos com aspecto profissional e até fazer tudo isso ao mesmo tempo sem travar. Ele vai continuar rodando liso, mesmo que fique muito quente. Ainda assim, não há upgrades tão relevantes em relação ao 14 Pro para o usuário comum. Por si só, o novo conector USB-C, o acabamento em titânio, o novo botão de ação e algumas novidades nas câmeras não sustentam este investimento para a maioria das pessoas.

O UOL pode receber uma parcela das vendas pelos links recomendados neste conteúdo, mas você não paga a mais por isso. Valores recebidos não influenciam nossos critérios editoriais

Uma das novidades mais faladas do iPhone 15 Pro está justamente do lado de fora: a moldura em titânio. O modelo é oferecido em quatro opções de cores, todas com aspecto sofisticado:

  • titânio branco,
  • titânio natural (o que testamos),
  • titânio azul,
  • titânio preto.

Super bonito, o material oferece acabamento com toque suave e acetinado, com aspecto de metal polido. Bem diferente do iPhone 14 Pro, de aço inox muito brilhante, que já enche de marcas de dedos ao menor contato.

O titânio oferece maior resistência a arranhões e pancadas e é leve. Tudo isso reduziu o peso do aparelho, que passou de 206g (14 Pro) para 187g. As apenas 19 gramas, cerca de 10%, fazem a diferença para quem tecla muito no celular. Não senti dores nos dedos ou nos pulso nos dias de uso intenso.

Além disso, as bordas agora são levemente arredondadas, o que deixa o ato de segurar o aparelho muito mais confortável. Claro que isso tudo não faz tanta diferença para quem — sensato — usa com capinha.

Um ponto curioso é que a Apple conseguiu diminuir ligeiramente a altura e a largura do aparelho, mantendo o mesmo tamanho de tela — que agora tem bordas pretas ainda mais finas. Quase imperceptíveis, a não ser para olhares atentos, essas mudanças mostram a evolução do produto e contribuem para uma melhor usabilidade.

Conector USB-C

A grande novidade da linha 15, na verdade, não é uma nova tecnologia da Apple, mas sim o abandono de uma. A empresa finalmente abriu mão do conector Lightning, usado em todos os iPhones desde o 5, de 2012.

Agora, os iPhones também usam padrão de recarga e transferência de dados e arquivos USB-C, o mesmo dos Androids mais modernos e de diversos outros dispositivos.

Isso significa que você vai precisar de um só cabo para carregar quase todos os seus eletrônicos. A curto prazo, porém, inutilizar os cabos e acessórios que acumulou durante anos pode gerar frustração em quem já usa iPhone. Nesta semana de uso, fique sem bateria umas três vezes por estar em locais onde só tinha cabo Lightning, como meu carro.

O conector USB-C também permite conectar um HD externo ao iPhone, para gravar vídeos em resolução profissional, ouvir músicas de sua biblioteca e para ele funcionar como um power bank, cedendo energia a outros iPhones, Androids ou pequenos eletrônicos que estejam sem bateria.

Sobre a transferência de dados, os iPhones 15 Pro e Pro Max são compatíveis com USB 3 (até 10 Gbps), mas o cabo incluso na caixa é um USB 2 (até 480 Mbps, a mesma velocidade do Lightning). Para alcançar a taxa máxima de transmissão, é preciso comprar um cabo que a Apple vende por R$ 729 (Thunderbolt).

É um ponto negativo um pouco revoltante, mas que não fará diferença na vida de quase ninguém. Afinal, foi-se o tempo em que conectávamos o celular em um computador frequentemente para transferir arquivos; hoje isso costuma ser feito por Bluetooth ou serviços de nuvem, como o iCloud. Profissionais que lidam com arquivos mais pesados, porém, podem sentir falta. E, pelo preço que o iPhone 15 Pro custa, o mínimo a se esperar era que ele viesse com o cabo mais avançado.

Botão de Ação

Apesar de pequena no tamanho, outra mudança é a reinvenção do seletor de modo silencioso — aquela clássica chavinha lateral que você empurra para alternar entre som e vibração. Ele virou um botão de ação customizável, inspirado no laranjinha do Apple Watch Ultra.

Por padrão, ele vem configurado para… ativar o modo silencioso. E pode ser que boa parte das pessoas continue usando ele pra isso mesmo. Mas você pode designar outra ação para o botão, como:

  • abrir a câmera,
  • ligar a lanterna,
  • abrir a lupa,
  • iniciar o gravador de som,
  • usar recursos de acessibilidade,
  • alterar o modo de foco (noturno, trabalho etc),
  • iniciar um timer,
  • abrir o controle remoto,
  • criar notas ou lembretes;
  • reproduzir suas músicas;
  • reconhecer qual música está tocando no ambiente;
  • colocar um atalho personalizado para abrir qualquer outro app.

Para usar, é preciso segurar o botão por alguns segundos. Isso evita qualquer toque acidental. Funciona com o celular bloqueado ou desbloqueado.

Apesar de a customização ser interessante, pelo potencial de se adaptar aos diferentes usos e preferências, o lado ruim é que dá para definir apenas uma função para ele. Seria mais útil, por exemplo, se houvesse a possibilidade de escolher diferentes comandos (para um toque, dois toques, um toque longo etc), como acontece em fones de ouvido. Quem sabe na linha iPhone 16.

Como meu celular fica eternamente em modo silencioso, configurei o botão para abrir a câmera, pois gosto da ideia de estar preparada para um clique repentino. Mas não notei muito ganho de agilidade, pois já estou acostumada a usar os atalhos em tela para acessar a câmera e faço isso bem rápido.

De qualquer forma, a novidade mostra como a Apple tenta reinventar a estrutura do celular, atendendo às expectativas e reclamações de seus consumidores. A ilha dinâmica é outro exemplo. No lugar daquele entalhe grande e estático ocupando na parte de cima da tela, a empresa fez algo mais útil: um espaço para receber notificações e controlar aplicativos sem precisar abri-los. Aliás, a Ilha Dinâmica, antes exclusiva dos modelos Pro, chegou a toda a linha 15 — o mesmo deve acontecer futuramente com o botão de ação.

A tela é exatamente a mesma do 14 Pro: 6,1 polegadas com tecnologia OLED Super Retina, com a mesma resolução e brilho. Ela é ótima, oferece muita nitidez, fidelidade e cores vivas para as imagens. Além disso, a taxa de atualização de até 120Hz garante e vídeos fluidos, o que é especialmente interessante para jogos e streaming.

O vidro com revestimento cerâmico é bem resistente. Testamos o tempo todo sem película e não há nenhum arranhão — o que não quer dizer que não precise tomar cuidados no dia a dia. Nada de guardar o celular junto com a chave na bolsa, hein?

O iPhone 15 Pro segue com o padrão de três câmeras principais. Existem algumas ligeiras mudanças em relação ao iPhone 14 Pro.

  • Câmera principal: 48 MP (megapixels), 24 mm, abertura f/1.78, suporte para fotos de alta resolução: 24 MP e 48MP.

O 14 Pro permite imagens com 12 MP ou 48 MP. Essa maior quantidade de megapixels resulta em fotos com maior nível de detalhamento — mas algo que só é percebido para alguém que ampliar muito a imagem.

A Apple afirmou a Tilt que a lente do 15 Pro é 50% maior do que a do 15 “normal”. Com isso, o modelo mais avançado consegue capturar mais luz, o que ajuda na riqueza de detalhes da cena e nas fotos em ambientes mais escuros.

  • Câmera ultra-angular: 12 MP, 13 mm, abertura f/2.2, campo de visão de 120°, modo macro.
  • Câmera telefoto: 12 MP, 77mm, abertura f/2.8; 3x zoom óptico.
  • Câmera frontal: 12 MP; abertura f/1.9, detecta quando há mais de uma pessoa na selfie (igual a do iPhone 14 Pro).

Em resumo, há um ganho de qualidade nas imagens. Para o usuário comum, isso deve passar batido. É relevante para quem usa o celular profissionalmente, por exemplo, para fazer videoclipes ou para imprimir quadros.

O que não dá pra negar é que as fotos são ótimas, revelando texturas das pessoas e objetos e levando mais luminosidade mesmo em cenas noturnas ou ambientes com pouca luz. No meu uso, notei que as imagens estão com um contraste levemente maior que as do 14 Pro.

Já com as selfies não fiquei tão feliz. Apesar de a câmera e a resolução serem as mesmas do modelo anterior, elas estão apresentando uma riqueza de detalhes maior, devido ao pós-processamento. Mas isso pode não ser tão bom para um auto-retrato — quando se chega a certa idade e não queremos exibir todas linhas de expressão, marquinhas e outras imperfeições do rosto. Eu preferia mais suavidade nessas horas.

Além disso, os tons parecem um pouco mais escurecidos e frios — o modelo anterior tirava selfies com cores mais quentes e vivas, e o rosto com aspecto mais uniforme. Minha solução é, no próprio app de imagens do iPhone, ligar o modo automático de ajustes (a varinha mágica), e também um pouco do filtro “vívido”, para deixar a foto mais como gosto, com minha pele mais clara e o cabelo mais ruivo. A imagem abaixo não passou por esse ou qualquer outro processo de edição:

O iPhone 15 Pro segue com as mesmas opções de captura de seu antecessor: 0,5x (para um campo de visão maior), 1x, 2x e 3x.

Uma diferença é que agora, no modo 1x, é possível dar toques para alterar a distância focal (24mm, 28mm e 35mm). Na prática, é como dar pequenos zoom, o que é útil para capturar retratos, de pessoas, animais e até objetos.

O que acontece é que o aparelho usa informações de iluminação e posicionamento dos objetos das diversas câmeras para simular mais “lentes” — são sete ao todo no conjunto traseiro:

  • Macro
  • Ultra angular
  • Grande angular (com as 3 opções de distância focal)
  • Teleobjetiva 2x
  • Teleobjetiva de 3x

E o iPhone 15 Pro Max vai ainda além, chegando o mais longe que a Apple já foi em termos de zoom: ele consegue dar até 5x de zoom óptico, com 120mm de distância focal, graças a uma lente tetraprismática.

“Quando a luz entra na câmera, ela bate no prisma interno e rebate quatro vezes no sensor. Isso possibilita ter uma lente externa no iPhone com uma boa abertura, e que não seja grande fisicamente com as lentes de câmeras profissionais”, acrescentou a Apple.

O Photonic Engine, sistema que diminui o risco de fotos borradas e vídeos tremidos, com ajuda de estabilização ótica por deslocamento do sensor, também ficou mais inteligente nos iPhones 15 Pro e 15 Pro Max. A empresa promete 10 mil ajustes por segundo, o que é duas vezes mais rápido do que a câmera do iPhone 14 Pro Max.

Modo retrato automático

A novidade que mais deve agradar o grande o público é o modo retrato automático, presente em toda a linha 15. Agora, não é preciso mais selecionar o modo mais “instagramável” de todos na hora de tirar aquela foto com fundo desfocado.

Mesmo quando a captura é feita no modo normal, o celular detecta se há alguém em primeiro plano e oferece a opção do modo retrato depois, quando você visualiza a imagem no rolo da câmera. Aí você pode ativá-lo e também regular o desfoque, se quer mais ou menos.

E olha que legal: isso também funciona para gatos, cachorros e até plantas e objetos. Nesses casos, percebemos que nem sempre o celular acerta exatamente onde deve ficar o foco (em geral na carinha do animal), mas é possível tocar na tela e acertar o alvo.

Vídeo de cinema

A gravação de vídeo do iPhone é, sem dúvidas, a melhor do mercado. Houve melhorias relevantes para quem faz um uso profissional.

Além do modo cinematográfico, que garante vídeos com aspecto de filme, o iPhone 15 Pro e Pro Max permitem gravar em ProRes 4K60, a maior resolução possível, digna de uma superprodução. Para isso, porém, é preciso ativar a função e conectar um HD externo USB-C, pois os arquivos gerados são enormes.

Segundo a Apple, até o final do ano, os iPhones 15 Pro e Pro Max também contarão com gravação de “vídeo espacial”, para ser usado no Vision Pro, o óculos de realidade mista da marca.

iPhone segue sendo iPhone neste quesito — ou seja, mediano. A bateria passou de 3.200 mAh, do 14 Pro, para 3.274 mAh, no 15 Pro, o que representa um ganho irrisório.

Segundo a Apple, uma carga completa do iPhone 15 Pro garante até 23 horas de uso. Isso significa que, com um uso de moderado a intenso, é preciso carregar o celular uma ou duas vezes por dia.

Tá pegando fogo, bicho

Muitos usuários têm relatado um superaquecimento do novo telefone. De fato, notamos o aparelho esquentando muito ao usar a câmera por bastante tempo seguido, para fotos e principalmente vídeos em alta resolução. Também aconteceu na hora do carregamento, mesmo sem usar o celular enquanto está conectado na tomada.

A Apple assumiu que algo está ocorrendo, mas atribuiu as reclamações a um bug de software e outros problemas vinculados a aplicativos populares, como Instagram e Uber. Uma atualização do sistema iOS17 está prevista para resolver o problema.

O iPhone 15 Pro ganhou o mais novo processador da Apple: o A17 Pro, que traz uma arquitetura nova para as rotinas do celular. É a primeira vez que a empresa usa a nomenclatura “Pro” em seus processadores para smartphones.

Segundo a Apple, ele é até quatro vezes mais rápido do que a geração anterior, o A16 Bionic, que equipa o 14 Pro. Mas, mais uma vez, para o usuário comum, isso é muito mais potência do que ele precisa para suas atividades cotidianas.

Quem vai sentir diferença são as pessoas que gostam de jogos muito pesados ou que editam vídeos profissionais no celular. O novo processador permite rodar alguns jogos até então exclusivos para computadores e videogames, e isso sem precisar de qualquer otimização para rodar no smartphone.

Sou uma feliz proprietária de um iPhone 14 Pro e, por mais que o titânio encante, não vejo motivos suficientes para fazer um upgrade agora. Eu costumo trocar de aparelho a cada dois anos e acho que faz mais sentido esperar pela linha 16, do ano que vem, que deve chegar com recursos mais inovadores.

Cogitaria apenas investir na nova linha se achar uma promoção muito boa do iPhone 15 Pro Max, que tem a câmera com mais zoom.

No fim das contas, o iPhone 15 Pro é maravilhoso mas só vale o investimento para quem tem um iPhone mais antigo e/ou simples, como o 12 Pro, 13, 13 Pro ou o 14 “normal”, ou para quem está pensando em migrar do Android e precisa de um aparelho bem potente.

Mesmo para essas pessoas, o iPhone 14 Pro segue sendo uma ótima opção — e, aproveitem, houve uma queda considerável de preço após o lançamento da nova linha, e ele está saindo cerca de R$ 2.000 mais barato que o 15 Pro.

*Colaborou Bruna Souza Cruz

Especificações técnicas
  • Sistema Operacional

  • iOS 17

  • Dimensões

  • 146,6 x 70,6 x 8,3mm e 187g

  • Resistência à água

  • IP68

  • Cor

  • Titânio branco, Titânio natural, Titânio azul, Titânio preto

Tela
  • Tipo

  • OLED Super Retina

  • Tamanho

  • 6,1 polegadas

  • Resolução

  • 2556 x 1179 pixel (460 ppi)

Câmera
  • Câmera Frontal

  • 12 MP

  • Câmera Traseira

  • 48 MP + 12 MP + 12 MP

Dados técnicos
  • Processador

  • A17 Pro

  • Armazenamento

  • 128GB, 256GB, 512Gb ou 1TB

  • Memória

  • 8 GB

  • Bateria

  • 3.274 mAh

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